Conversas no Blog


16/10/2009


 
 

Sem conflitos ideológicos

Vale qualquer coisa

Coisa estranha a política. Nada mais surpreende. O Presidente Lula da Silva disse dias passados "... felizmente não há trogloditas de direita se candidatando..." nas as eleições de 2010.

Bem, eu diria que não há direita, nem nenhum partido político assumido de direita. Toda a política nacional é de esquerda. Brasil é de esquerda, tem esquerda mais a direita, esquerda de centro e também esquerda – esquerda, assim, como os trogloditas estão na esquerda, Presidente.

O mundo político nacional  é vermelho. Até o presidente da FIESP, que acaba de se filiar ao Partido Socialista Brasileiro, é de esquerda. Alguém me disse, que pensa entrar, também para Quarta Internacional assim que acabe a leitura do Das Kapital em uma tradução e adaptação para a esquerda nacional, de Gabriel Chalita, que é, de esquerda mais a direita,  e foi Secretário de Educação e da Juventude,  de Geraldo Alkim, também de esquerda do PSDB.

 

Categoria: Geral
Escrito por RFN às 13h11
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Diretamente do Metropolitan de NY

La Bohème 

Um dia desses revi La Bohème diretamente do Metropolitan de New York que nos chega ao cinemas da cidade em HD. La Bohème, talvez seja a ópera mais bonita  de Puccini. A sua música é envolvente e de  melodia que rapidamente se identifica  com a platéia. A bela romena Angela Gheorghiu, uma brilhante soprano,  esta simplesmente soberba,  em seu papel de Mimí , uma especialidade da moça. Ramón Vargas, o tenor mexicano, de grande sucesso atualmente, no papel do poeta  Rodolfo. Forman a dupla central e brilhante de La Bohème. Esta,  talvez tenha sido a primeira ópera, que nos umbrais do século vinte, coloca na lírica personagens da vida real ambientados em Paris. Até esse momento as óperas tinham como personagens, reis, deuses, guerreiros ou personagens mitológicos inexistentes.

Excelente programa.

Categoria: Música
Escrito por RFN às 09h51
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14/10/2009


 
 

OS BASTARDOS

Ou,  Meus  Bastardos Preferidos

Num sábado de tempo indefinido e sem internet (A Telefônica,  me considera de usuário Vip e  me deixa quatro dias sem conexão.) Saio de casa para viver uns dos momentos mais gostosos do meu dia-a-dia,  reunir entorno de um café com meus amigos para deitar falação  inconseqüente e animada. (Me considero um afortunado em matéria de amigos). Fechado o papo, vou ao cinema a assistir o filme do Tarantino. Confesso,  que quando se trata de Tarantino,  assisto seus filmes com certas precauções. Não todo me agrada. Bastardos Inglórios, seu último filme, é um filme sensacional. Tarantino é também o autor do roteiro e dos diálogos do filme o que acrescenta seus méritos como diretor,  uma vez que utiliza as palavras com  precisão criando uma verdadeira parodia inversa da segunda guerra. Neste filmes os judeus não são a vítimas são os heróis vingadores que matam os nazistas com uma violência tarantínica. O Brad Pitt, além de moço bonito e bem casado é o grande ator do filme.  Tem também, pra mim, o ponto mais importante na beleza deste filme, é uma grande homenagem ao cinema, ao cinema dos anos quarenta.

Não percam. Quero ver de novo. Se alguém se habilita o acompanho. Pago o café.

 

Categoria: Papo furado
Escrito por RFN às 10h53
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